terça-feira, 26 de junho de 2018

PATRONOS DA AMCLAM


Aos sete dias do mês de junho do ano de dois mil e dezoito, às dezenove horas, no apartamento 900 do Edifício Lazuli no bairro Calhau, reuniram-se Carlos Augusto Furtado Moreira - Presidente, Alberto José Tavares Vieira da Silva e Raimundo Ferreira Marques, ambos do Conselho Consultivo, a fim de analisar e decidir sobre os assuntos votados por unanimidade na Assembleia Geral que ficaram a cargo da comissão. Iniciaram os trabalhos analisando os nomes das trinta e quatro personalidades, em princípio, sugeridas pelos Acadêmicos para patronearem as cadeiras da Academia Maranhense de Ciências, Letras e Artes Militares - AMCLAM, onde levaram em conta os feitos de cada um, suas atividades e a respectiva conduta pessoal.

ORD
PATRONOS / CADEIRAS
ATIVIDADES
01
Adevaldo Wilson Pereira
Tenente Coronel PMMA e Professor
02
Alberto Corrêa Maia
Coronel PM e Professor
03
Antônio Alves Gondin
Coronel PMMA
04
Antônio Gonçalves Dias
Poeta; Advogado; Jornalista; Etnógrafo; e Teatrólogo
05
Antônio José Quin
Presidente da Província do Maranhão (03 a 05/05/1834) e (30/10/1834 a 21/01/1835); Deputado Provincial 1836 (Subscreveu Projeto de Lei que criou o Corpo de Polícia da Província do Maranhão).
06
Antônio Lopes da Cunha
Jurista; Professor; Político (Intendente de São Luís); Juiz de Direito; Sócio fundador do Instituto Histórico e Geográfico do Maranhão e Membro da AML; Jornalista;
07
Antônio Lopes de Medeiros
Comandante Geral da PMMA (31/01/1966 a 03/01/1969)
08
Antônio Pedro da Costa Ferreira
Advogado; Deputado Provincial (em duas legislaturas: 03/05/1830 a 06/10/1833; e 03/05/1834 a 01/10/1834);
Presidente da Província do Maranhão (21/01/1835 a 25/01/1837); Senador do Império do Brasil (10/06/1837 a 18/07/1860); Barão de Pindaré (02/12/1854).
09
Antônio Seba Salomão
Coronel PM; Médico
10
Arlindo Faray
Comandante Geral da PMMA (13/07/1950 a 17/03/1951; 1956 a 1961; 1962 a 1964)
11
Arthur Macário Lopes Gonçalves
Sacerdote; Jurista; Professor; Capelão da PMMA
12
Astolfo Henrique Barros Serra
Sacerdote; Poeta; Escritor; Jornalista; Político; Advogado; Ministro Presidente do TST.
13
Augusto Tasso Fragoso
General de Exército; Escritor
14
Carlos Alberto Salim Duailibe
Comandante Geral da PMMA (20/04/1971 a 21/05/1975)
15
Clodomir Serra Serrão Cardoso
Jurista; Jornalista; Político (Prefeito de São Luís e Governador do Maranhão); Escritor; Membro da AML.
16
Domingos Vieira Filho
Professor; Advogado; Escritor; Jornalista; Pesquisador e Folclorista.
17
Euclides Zenóbio da Costa
Comandante Geral da PMMA (01/03/1926 a 01/03/1930); Prefeito de São Luís;
18
Feliciano Antônio Falcão
1º Comandante Geral da PMMA (17/06/1836 a 30/11/1841)
19
Godofredo Mendes Viana
Político (Senador); Governador do Maranhão (20/01/1923 a 01/03/1926); Escritor;  Professor; Advogado; e Juiz Federal.
20
Hélio Maranhão
Monsenhor; Escritor
21
Jerônimo José de Viveiros
Professor; Historiador;
22
João Carlos Dias Nazaré
Maestro
23
João da Mata de Oliveira Roma
Poeta; Teatrólogo; Jornalista; Jurista; Professor Universitário
24
Joaquim José da Silva Xavier – TIRADENTES
Alferes; Patrono das Polícias Militares do Brasil.
25
Jomar da Silva Moraes
Sgt PMMA; Escritor; Pesquisador; Ensaísta; Cronista; Crítico e Historiador da literatura maranhense.
25
José Américo Augusto Olímpio Cavalcanti dos Albuquerques Maranhão Sobrinho
Escritor; Jornalista; Fundador da AML e Amazonense de Letras e Poeta.
26
José de Ribamar Carvalho
Sacerdote (Cônego); Psicólogo; Pedagogo; Reitor da UFMA (1968 a 1972); Jornalista; Membro da AML.
27
José de Ribamar Viana - PAPETE
Cantor; Compositor e Percussionista.
28
José Joaquim Rodrigues Lopes
Deputado Provincial 1836 (Subscreveu Projeto de Lei que criou o Corpo de Polícia da Província do Maranhão); Barão de Matoso.
29
José Ruy Salomão Rocha
Coronel PMMA; Professor Universitário.
30
Josué de Sousa Montello
Jornalista; Professor; Teatrólogo; Escritor e Membro da ABL.
31
Luís Augusto de Moraes Rêgo
Farmacêutico bioquímico; Mestre Universitário; Escritor; Membro da AML.
32
Manoel Gomes da Silva Belfort
Deputado Provincial 1836 (Subscreveu Projeto de Lei que criou o Corpo de Polícia da Província do Maranhão); Barão de Coroatá (Decreto de 02/12/1854); Presidente da Província do Maranhão em 1857.
33
Manuel Fran Paxeco
Jornalista; Escritor; Diplomata e Professor de português.
34
Marinaldo Salles Silva
Coronel PMMA e Professor Universitário.
35
Raimundo Lopes da Cunha
Etnógrafo; Etnólogo; Arqueólogo; Historiador; Geógrafo; Sociólogo; Escritor; Membro da AML; Membro do IHGM e Membro da Sociedade de Geografia do RJ.
36
Raimundo Onésimo Lemos Ribeiro
Coronel PMMA; Poliglota.

A CRIAÇÃO DA ACADEMIA MARANHENSE DE CIENCIAS, LETRAS E ARTES MILITARES - AMCLAM

               No dia cinco do mês de junho do ano de dois mil e dezoito, às dezenove horas e trinta minutos, no Auditório do Comando Geral da Policia Militar do Maranhão, situado na Avenida Jerônimo de Albuquerque, s/n, bairro do Calhau em São Luís, capital do Estado do Maranhão, realizou-se a Assembleia Geral de Criação da Academia Maranhense de Ciência, Letras e Artes Militares – ACLAM. 

                                                                                     Cel Pedro Ribeiro - representou o CG

               A reunião contou com a presença dos integrantes e fundadores: Coronel Jorge Allen Guerra Luongo, Coronel CBMMA Raimundo Gomes Meireles, Coronel PMMA RR Francisco Sousa, Coronel PMMA RR Wilmar Maciel Mendes, Coronel PMMA RR Carlos Augusto Furtado Moreira, Coronel PMMA RR Raimundo de Jesus Silva, Tenente Coronel PMMA Carlos Frank Pinheiro de Oliveira, Tenente Coronel PMMA RR Sebastião Bispo Lopes, Major PMMA Wermeson Pinheiro Barbosa, Major PMMA Antônio Roberto dos Santos Junior, Capitão PMMA RR Manoel Lobato de Oliveira, Primeiro Tenente PMMA Afonso Celso do Nascimento, Sargento PMMA Ebnilson Costa Carvalho, Sargento PMMA RR Gilmar Vale Frazão, Desembargador Federal e Professor Alberto José Tavares Vieira da Silva, Advogado e Professor Francisco Marialva Mont’Alverne Frota, Procurador de Justiça e Advogado Raimundo Ferreira Marques, Professor Laércio Marques do Nascimento Filho, Professor José Olímpio da Silva Castro, Funcionário Público Federal Aposentado Pedro Ivo de Carvalho Viana e Promotor de Justiça Clésio da Gama Muniz, Juiz Estadual Fuad Alexandre Amate. 

Acadêmicos presentes a Assembleia de Criação da AMCLAM

               A Assembleia iniciou com a leitura e posterior aprovação do Estatuto da Entidade; em seguida por aclamação foi escolhida e empossada a Diretoria para o triênio 2018-2020, ficando composta pelo: Carlos Augusto Furtado Moreira – Presidente, Raimundo de Jesus Silva – Vice-Presidente, José Olímpio da Silva Castro – 1º Secretário, Gilmar Vale Frazão – 2º Secretário, Wilmar Maciel Mendes – 1º Tesoureiro, Pedro Ivo de Carvalho Viana – 2º Tesoureiro. Para o Conselho Fiscal foram aclamados e empossados: Clésio da Gama Muniz, Carlos Frank Pinheiro de Oliveira e Sebastião Bispo Lopes e para o Conselho Consultivo foram aclamados e empossados: Alberto José Tavares Vieira da Silva, Raimundo Ferreira Marques e o Francisco Marialva Mont’Alverne Frota. 

Diretoria, Conselho Fiscal e Conselho Consultivo aclamados e empossados

               Na oportunidade, através da votação dos membros fundadores, foi escolhido (por onze votos) o Brasão da confraria de autoria do Sargento PMMA RR Gilmar Vale Frazão, artista plástico. 

                                       Sgt Frazão apresentando sua proposta
             
               Foram apresentados os nomes de trinta e quatro personalidades como sugestões para Patronos da AMCLAM que por unanimidade, ficou decidido que o Brigadeiro Falcão patroneará a Academia e a cadeira nº 1, sendo que os nomes do demais Patronos serão analisados, abalizados e escolhidos por uma Comissão composta por: Carlos Augusto Furtado Moreira - Presidente, Alberto José Tavares Vieira da Silva e Raimundo Ferreira Marques, ambos do Conselho Consultivo. 



                  Ficou ainda decidido pelos fundadores que será considerada a data de 31 de maio de 2018, data de aniversário do Brigadeiro Feliciano Antônio Falcão, como a data de criação da AMCLAM e como seu Patrono. 


               O Presidente eleito e empossado encerrou a reunião às vinte e uma horas e trinta minutos, agradecendo a presença dos presentes e informou que a posse dos Acadêmicos, ficou marcada para o dia vinte de junho de dois mil e dezoito, no Salão do Grêmio Lítero Recreativo Português, localizado na Praça João Lisboa, Centro de São Luís, Maranhão. 

REUNIÃO DE ALINHAMENTO

                  Após o encaminhamento dos convites a várias personalidades policiais militares e civis, encarreguei-me da realização de contatos com acadêmicos de outras entidades e imortais como o Alberto Tavares, Raimundo Marques, Raimundo Meireles, visando captar um pouco de suas experiências nesses sodalícios culturais.
Por outro lado, diálogos com convidados de forma individual, buscando alinhar ideias, solicitando sugestões, aprimorando e aperfeiçoando o projeto.


                 Em 05 de maio de 2018, reuniram-se no salão de eventos do Condomínio Sports Garden Holandeses, localizado na Avenida dos Holandeses, retorno do Caolho, os Oficiais Carlos Augusto Furtado Moreira, Francisco Sousa, Wilmar Maciel Mendes, Sebastião Bispo Lopes, Carlos Frank Pinheiro Oliveira, o Desembargador Vicente de Paula Gomes de Castro, o Procurador de Justiça Raimundo Ferreira Marques, o Delegado de Polícia Civil Sebastião Uchôa Neto, o Professor Universitário José Olímpio da Silva Castro que discutiram alguns pontos sobre a criação da Academia.

 

                Na reunião, o idealizador do projeto, Cel Furtado, fez uma explanação explicando todos os pontos como as habilidades dos convidados nas ciências, letras e artes, as sugestões já propostas pelos convidados no que tange aos patronos, estatuto, objetivos e princípios.


             Várias sugestões foram catalogadas e foi expostas algumas publicações realizadas pela Polícia Militar do Maranhão, bem como o Cel Furtado mostrou aos presentes sua vasta produção literária.


              Ao final os convidados comprometeram-se com o projeto e saborearam um coquetel mandado servir pelo anfitrião.


O Sonho de uma Academia Maranhense Cultural Militar

                 Durante a nossa existência, vivenciamos e/ou chegam ao nosso conhecimento fatos e cenas importantes que marcam momentos e às vezes épocas; mas que ficam para trás e às vezes se perdem no tempo.

Nem sempre há os devidos resgates desses momentos preciosos e que por vicissitudes variadas, acabam caindo no esquecimento. Nesse contexto, pessoas, seus feitos e suas habilidades, em situações pessoais e institucionais marcam relações de vida e de trabalho, e, por falta de oportunidades são fadadas ao esquecimento.

Assim, um olhar para o passado, permite-nos entender o que somos e a marca que deixaremos para as gerações futuras, num processo de imortalidade pessoal e de produtividade.

Na minha infância comecei a dar os primeiros passos na vida literária, escrevendo acrósticos e poemas com os quais, encantava as donzelas com as quais pretendia enamorar.

Mas, foi no prelúdio do ano de 1981, após ser aprovado no concurso ao Curso de Formação de Sargentos da Polícia Militar do Maranhão e já no período formativo, aproveitando o lançamento de um concurso interno no Centro de Formação e Aperfeiçoamento de Praças (CFAP), compus a sua Canção que é entoada em solenidades e nos períodos em que são realizados os cursos de formação e aperfeiçoamento, saindo vitorioso entre dois outros postulantes e após quase 37 anos, a sua difusão continua brilhando em todos os rincões maranhenses, pois não é raro ouvir um policial militar que frequentou o “CFAP QUERIDO”, entoando-a.

Em 1985, após ser aprovado no concurso para o Curso de Formação de Oficiais e incumbido em bem representar a Polícia Militar do Maranhão no Estado de Minas Gerais, para aquele rincão fui deslocado, onde à época despontava como uma das mais conceituadas escolas de formação de oficiais do país.

A medida que a minha ambientação em plagas mineiras, foi se evidenciando, tornou-se possível a percepção do desenvolvimento doutrinário existente naquela Corporação, fruto principalmente dos estudos relacionados aos problemas na área da segurança pública e a sua constante busca das soluções.

A produção de obras técnicas e de outros ramos literários desenvolvidos por policiais militares daquela organização policial militar, especializados em assuntos diversos, era a tônica e os estimulavam em busca dos destaques, vez que, após terem suas obras reconhecidas e consideradas de cunho técnico-profissional ou literário, passavam a usufruir da divulgação institucional que ultrapassava os muros dos quartéis mineiros, para ganharem o Brasil e o mundo, além das alavancadas possibilidades em suas promoções, pois, a pontuação recebida, aumentava significamente as chances de promoção pelo critério de merecimento.

Neste viés, uma inquietude começou a povoar o meu imaginário: quando a Polícia Militar do Maranhão poderia alcançar tal nível de profissionalismo?

Naquele “Templo de Saber e de Cultura” – Academia de Polícia Militar de Minas Gerais (APMMG), ousei, dar os meus segundos passos, desta vez, no campo das letras, ao editar e chefiar a confecção da Revista comemorativa dos Aspirantes 1987 da Academia de Polícia Militar de Minas Gerais, um grande feito para um “estrangeiro”, como denominavam aos oriundos de outras unidades federativas, à época; pois, o desenvolvimento de atividades estranhas ao processo específico ensino x aprendizagem para garantir a difícil aprovação, não era muito simpática aos responsáveis pela administração militar. Sem deixar que os óbices me impedissem à vontade, palmilhei e venci todas as adversidades, tornando-a realidade dias antes da tão esperada Declaração de Aspirantes.

 Ao retornar à São Luís - Ilha do Amor e em plena atividade administrativa-operacional já como Aspirante-À-Oficial PM, percebi que eram raros os policiais e bombeiros militares que se dedicavam a esse tipo de empreitada – letras – e assim foi ao longo dessas mais de três décadas.

Destarte, a ausência de expoentes, sempre foi um óbice, para a criação de uma associação de cunho literário, oriunda essencialmente das hostes milicianas maranhenses, o que fez com que o sonho ao longo dos tempos, adormecesse em berço esplêndido.

Com o passar dos anos, as ideias foram fluindo, iluminando-se e já na reserva remunerada, alvoreceu a criação de uma entidade que pudesse florescer além do campo fértil das letras, também o das artes, aglutinando-se assim os valores individuais existentes, seja nas letras profissionais, seja nas artes (música, pintura, etc.).

E foi nesse contexto que veio o convite a companheiros para que na futura condição de Acadêmico Efetivo e Perpétuo, pudessem, juntos, criar a ACADEMIA MARANHENSE DE LETRAS E ARTES MILITARES – AMLAM, cuja entidade englobaria todos os hábeis militares estaduais nas áreas das letras e das artes.

Incialmente foi formado um grupo de watsaap com a participação dos convidados.

Assim, recordei-me dos escritos e obras importantes de Manoel de Jesus Moreira Bastos, Teodomiro de Jesus Diniz Moraes, William Romão que direcionaram e continuam a apontar para as melhorias institucionais.

As experiência e valores positivos, repassados as posteriores gerações por João Cipriano Soares do Nascimento, o primeiro oficial formado em uma Academia de Polícia Militar.

Na posição equilibrada de Jorge Allen Guerra Luongo que ao longo de sua jovial carreira, chegou ao apogeu da instituição policial militar maranhense.

Nos escritos de Raimundo de Jesus Silva, Francisco Sousa, Raimundo Gomes Meireles, Alistelman Mendes Dias, e nas obra de Sebastião Bispo Lopes, o resgate histórico da PMMA e do município maranhense de Bequimão.

Na composição de Nestor Renaldo Conceição Filho, o fortalecimento dos umbrais do saber de nossa Academia de Polícia Militar Gonçalves Dias.

Na cientificidade técnica produtiva de Silvio Carlos Leite Mesquita, Antônio Roberto dos Santos Júnior, Carlos Frank Pinheiro Oliveira, Aparecida Fernanda A. Pinto Veloso, Everaldo Ferreira Santana, mestres universitários, tão necessários, aos avanços futuros da corporação.

No dicionário cataglótico de Wilmar Maciel Mendes, o engrandecimento da cultura escrita e pouco usual.

Nas pinturas técnicas e artísticas de José Ribamar Araújo Vilas Boas, Manoel Lobato, Carlos Henrique Soares da Silva, Afonso Celso Nascimento e Gilmar Vale Frazão, o embelezamento das fachadas de nossos quartéis e parte dos nossos uniformes.

Da organização legislacional de James Ribeiro Silva, a orientação à vida jurídico-administrativa da instituição policial militar.

Na suavidade musical de Manoel Pereira de Sousa (Neo), Elmo Costa Mendonça e Josué Pereira Soeiro, que tornam pomposas as nossas solenidades e momentos de lazer.

Assim estaria iluminado o campo fértil das ciências, das letras e das artes para trazer ao nosso convívio acadêmico e imortal, companheiros de caserna que ao longo dos anos nos emprestam seus saberes, conhecimentos e habilidades.



                                                             






                                         
                

A recordação dos amigos institucionais que ao longo dos anos nos brindaram com as suas amizades e eternizaram os laços fraternos de carinho e respeito mútuos, através da docência, em salas de aulas, em importantes palestras e em orientações técnicas, como os desembargadores José Alberto Tavares Vieira da Silva e Vicente de Paula Gomes de Castro, os professores Raimundo Teixeira de Araújo, Marialva Mont’Alverne Frota, Vera Lúcia Bezerra Santos, José Olímpio  da Silva Castro e Laércio Marques do Nascimento Filho, os delegados de polícia civil Jefferson Miller Portela e Silva, Sebastião Uchôa e Márcio Henrique Araújo, bem como o poeta Pedro Ivo de Carvalho Viana.

A deferência a estes senhores e senhora é dimensionalmente inexplicável e as suas aceitações aos meus convites me deixariam extremamente honrado para que juntos pudéssemos dar esse gigantesco passo cultural; afinal, São Luís é a eterna “Athenas Brasileira”, patrimônio cultural da humanidade e o Maranhão, berço natal de grandes nomes da literatura e da arte brasileira.
                               São Luís - MA, 17 de maio de 2018
                                    
                                                    Carlos Augusto Furtado Moreira
                                                       Protagonizador da AMCLAM

SILÊNCIO

Silêncio por favor eu lhes peço. Silêncio em nossa última homenagem à um mortal, imortal. Silêncio em respeito ao seu adeus terreno. Silênci...